
Uma oportunidade transformadora está prestes a marcar a trajetória acadêmica de Maria Clara Turkot, de 19 anos, estudante do curso de Ciência da Computação da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro). A universitária garantiu uma das dez vagas destinadas a estudantes paranaenses no programa “Talentos Paraná no Mundo” para uma experiência de imersão nos Estados Unidos, após a divulgação do resultado final do edital da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti).
A iniciativa do Governo do Paraná busca promover a internacionalização do ensino superior estadual, conectando estudantes a um dos principais centros educacionais e culturais do mundo. Para Maria Clara, o anúncio da aprovação representa não apenas a realização de um sonho, mas o início de um novo capítulo em sua formação profissional. O intercâmbio será na Universidade da Cidade de Nova York (Cuny), com atividades letivas na Faculdade de Staten Island (CSI). O intercâmbio está previsto para ocorrer entre os dias 28 de junho e 8 de agosto.
Esta será a primeira vez que a estudante terá a oportunidade de estudar fora do país. O desejo de expandir horizontes foi o que a motivou a participar do processo seletivo. “Ao ver que eu poderia me inscrever, não pensei duas vezes para tentar mergulhar de cabeça nessa oportunidade”, conta.
O intercâmbio em solo americano promete ir além das salas de aula. Embora o aprendizado da língua inglesa e o contato com sua área de estudo em um polo global sejam prioridades, a vivência urbana e social de Nova York desperta grande expectativa. “Além de conhecer e passear pelos pontos turísticos, espero também poder aprender muito sobre a cultura de uma cidade tão grande como Nova York, como tudo funciona tão bem lá. Além disso, poder ter aulas de inglês, e ouvir sobre a minha área de estudo nesse polo tão importante”, afirma a estudante.
Maria planeja absorver toda a bagagem de conhecimento, trazendo referências que possam ser aplicadas em seus projetos dentro da Unicentro e em futuras iniciativas autorais. Para ela, o intercâmbio funciona como um divisor de águas na carreira “Acredito que agregue muito no meu currículo, por ser uma experiência que poucas pessoas conseguem, é um diferencial muito grande”.
A expectativa é que o contato com o ensino e o mercado de trabalho no exterior traga uma nova perspectiva sobre a realidade brasileira. “Lá é algo muito maior, então espero voltar com uma visão muito aberta de tudo e poder crescer mais aqui”, completa.
Por Evelyne Dutra, com supervisão de Giovani Ciquelero
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