
As chuvas que atingiram boa parte do Paraná no início de dezembro afetaram propriedade do campo. Uma delas é a do agricultor Emerson de Almeida, de Ponta Grossa, nos Campos Gerais.
Na região, foi registrado quase 200 mm de chuva em apenas quatro dias – muito acima dos 150 mm esperados para todo o mês. Dos dois mil pés de alface plantados em dezembro, não sobrou nada.
“Tudo podre, com mofo, murcho”, diz Almeida.
A força da água e do vento também afetou os pés de couve e de abobrinhas. Segundo o agricultor, ele perdeu cerca de 70% do produzido, o que equivale a cerca de R$ 10 mil de prejuízo.
O engenheiro-agrônomo do Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral) Paulo Andrade ressalta que não é apenas a inundação que causa problemas, mas também o fato do solo encharcado por muito tempo não permitir que as raízes cumpram com as devidas funções.
“Um solo encharcado por três, quatro dias, vai ocasionar problema nas raízes e, assim, a produção tende a perder em qualidade e quantidade. O produtor tem que se adaptar e o consumidor precisa compreender que esse aumento de preços não é impositivo da produção rural e, sim, uma necessidade temporária”, destaca Andrade.
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